Bom, nesta postagem vou falar um pouco de alguns métodos de tortura, e principalmente até onde vai a crueldade do ser humano.
Morte na fogueira
A execução na fogueira tem uma história muito longa de como uma forma de punir a traição aos reis, heresia e em casos de bruxaria principalmente nos tempos da Inquisição. Na Idade Média, era comum serem executados na fogueira vários condenados simultaneamente. Atualmente ainda usam a prática deste método de execução em países como a Índia e Quênia.
Em caso de a fogueira ser suficientemente grande, a causa da morte ao contrário do que se pensa, não é o fogo em si, mas sim a inalação do monóxido de carbono que é venenoso para o ser humano. Nesta situação provavelmente a vítima já estaria inconsciente quando as chamas atingissem o corpo.
Porém no caso de ser uma fogueira pequena, a vítima manteria-se consciente e em grande agonia durante vários minutos enquanto era progressivamente queimada, até que por fim morreria devido à perda de sangue ou a ataque cardíaco.
Tipicamente a vítima era amarrada a um poste de madeira e à sua volta eram colocadas tábuas e troncos que serviam de combustível para a fogueira, por vezes para tornar menos dolorosa a execução a vítima tinha em certas partes do corpo fachos de madeira de modo a “antecipar” a morte.
Em algumas execuções nos países nórdicos as vítimas eram amarradas juntamente com pequenas porções de pólvora o que tornava a queimada uma autêntica sessão pirotécnica. A pólvora se estivesse localizada perto da cabeça serviria no, entanto, para “humanizar” a execução uma vez que a vítima morreria rapidamente devido à explosão quando o fogo a atingisse.
Choques elétricos
Os instrumentos mais utilizados para torturar os prisioneiros com choques elétricos são os bastões elétricos. Estes podem liberar uma descarga elétrica até 300.000 volts, e são usados nas partes mais sensíveis do corpo como: boca, planta dos pés, nos genitais, nos peitos e no pescoço.
Por vezes vários bastões são utilizados ao mesmo tempo para torturar um prisioneiro, podendo ainda este ser molhado com água para intensificar a dor.
A pele quando é exposta à choques fortíssimos, a pele acaba por se queimar e rasgar e a vítima sangra abundantemente das feridas infligidas pelos choques.
Comida forçada
Esta forma de tortura como o próprio nome indica consistia simplesmente em forçar alguém a comer comida contra a sua vontade.
Normalmente ela é aplicada em prisioneiros que se encontravam-se em greve de fome, mas também há registros de ter sido usada como método de tortura principalmente em campos de trabalho forçado na China, e mais recentemente em Guantanamo e na prisão de Abu Ghraib no Iraque. As forças norte-americanas neste país são acusadas de forçar os prisioneiros islâmicos a comer carne de porco e beber vinho, o que vai contra a sua religião.
Na tortura eram utilizados tubos (quase sempre não esterilizados) que eram forçados pela boca e nariz da vítima diretamente até ao estômago. Houve mesmo casos em que os tubos penetraram os pulmões, provocando graves lesões, o que demonstra o desconhecimento e brutalidade dos carrascos.
No verão de 2003 prisioneiros do campo de trabalhos forçados de Gaoyang, na China, eles foram forçados a ingerir urina e excrementos humanos, naquilo que foi encarado pelas autoridades chinesas como uma inovadora forma de tortura, tendo sido enviados a esse campo pessoal de outros campos para “aprenderem” a técnica.
A ingestão forçada de alimentos ou de outras substâncias como água a ferver, detergente ou excrementos para além de causar vômitos, convulsões várias lesões internas, é uma forma de tortura usada atualmente, e que termina muitas vezes na morte da vítima.
Cozidas até à morte
Esta horrível forma de execução era levada a cabo com a ajuda de um enorme caldeirão que poderia estar cheio de água, azeite ou mesmo sebo.
A vítima seria então colocada no caldeirão que seria depois aquecido com a ajuda de uma enorme fogueira.
Um outro método alternativo seria a utilização de um recipiente mais raso e menos profundo que o caldeirão. Estando a vítima parcialmente imersa, esta seria literalmente frita em fogo brando até à morte.
O enforcamento (A forca)
O enforcamento pode ser encarado como uma forma de execução ou de suicídio. Desde o Império Persa que ao longo da história vem sendo usado como forma de aplicar a pena capital.
Atualmente ainda é aplicado legalmente para cumprir as sentenças de pena de morte em países como a Índia, Malásia, Singapura e até nos Estados Unidos, para além dos países islâmicos como Irão, Arábia Saudita, Síria entre outros.
Como forma de suicídio o enforcamento é a segunda em países como o Canadá ou os Estados Unidos, apenas ultrapassados pelas armas de fogo.
A execução na forca tem de ser cuidadosamente preparada no que concerne ao tamanho da corda a utilizar e para garantir uma morte rápida. Se a corda for demasiado longa existe o risco de decapitação do condenado, se for demasiado curta o estrangulamento pode demorar até 45 minutos. O comprimento da corda está relacionado com o peso da vítima.
O peso da vítima ao cair deve ser suficiente para causar a morte, no entanto, são raros os casos de morte instantânea.
Se o condenado tiver músculos do pescoço fortes, se for demasiado leve, se a queda for “curta”, ou o nó tiver sido mal posicionado a morte não ocorre pela quebra da coluna vertebral, mas sim por lenta asfixia. Se isto ocorrer à cara engorda, a língua projeta-se para fora da boca, o corpo defeca e ocorrem movimentos bruscos em todos os membros.
Por vezes ocorre um estranho fenômeno chamado de ereção da morte, é uma ereção pós-morte que ocorre quando um indivíduo do sexo masculino morre verticalmente ou de face para baixo permanecendo o cadáver nesta posição.
Durante a vida, o bombear do sangue pelo coração assegura uma distribuição relativamente uniforme em todos os vasos sanguíneos do corpo humano. Uma vez que este mecanismo terminou apenas a força da gravidade atua no movimento do sangue.
Se um indivíduo morrer verticalmente como no enforcamento, o sangue descerá pelas pernas até aos pés. O sangue remanescente no tronco move-se para uma posição inferior devido à força da gravidade, e enquanto o sangue na cintura (que não pode descer devido aos pés que estarem “cheios”) faz com que o pênis se encha com o sangue e se expanda. Esta é chamada ereção da morte.
A roda
Neste mecanismo a vítima era firmemente amarrada à roda pelas mãos e pés. O torturador em seguida usava uma barra, normalmente de ferro, ou um enorme martelo para lentamente esmagar os ossos dos braços e das pernas do condenado. Ele tinha o especial cuidado de não desferir golpes mortais.
A perícia do executor era avaliada da seguinte forma: se os golpes quebrassem os ossos e não rasgassem a pele ele seria aplaudido pela multidão. A idéia era que não existissem fraturas expostas nem sangue.
Quando os ossos da vítima estivessem todos quebrados, os seus membros seriam literalmente enrolados nas extremidades da roda, um pouco como um pretzel. A roda seria então elevada horizontalmente e colocada numa estaca onde a vítima agonizante, esperaria uma morte lenta.
A cegonha (ou a filha do varredor)
Este instrumento não se destinava a causar dor diretamente embora esta fosse uma conseqüência própria da sua aplicação. A cegonha consistia numa espécie de algema que unia as mãos e os pés do torturado, impedindo-o assim de fazer qualquer tipo de movimento.
Ainda que pareça um meio de imobilização e não de tortura, a cegonha provoca após alguns minutos, fortes dores musculares e câimbras que com o passar do tempo se transformam numa dor contínua e atroz. Nesta situação a vítima, pode ser maltratada e torturada.
Este terrível suplício era feito numa mesa sobre a qual havia uma roldana e um sistema de cordas e pequenos ganchos. O torturador abria o ventre da vítima, que se encontrava amarrada sobre a tábua de maneira e não podia se debater-se, em seguida colocava os ganchos na abertura prendendo-os firmemente às entranhas do condenado.
Ao manipular a roldana, as entranhas da vítima eram lentamente puxadas para fora, com ela ainda viva. Esta agonia podia prolongar-se por horas e até dias. Quanto mais tempo demorasse a morte, ou seja, quanto mais o condenado sofresse, maior seria considerada a perícia do verdugo.
Execução pela espada
A execução pela espada é entretenimento público desde a idade média, sendo ainda hoje praticada em alguns países. Era necessária uma longa aprendizagem para adquirir a perícia necessária para obter a decapitação com um só golpe, coisa que a multidão muito apreciava. Os carrascos mantinham-se “em forma” treinando em animais ou em espantalhos.
A decapitação, pena suave quando comparada com outros “métodos”, estava reservada apenas para a nobreza e pessoas importantes. Os plebeus caso fossem condenados à morte enfrentavam outras formas de execução que garantiam uma agonia mais prolongada.
O condenado deveria manter-se ereto, enquanto o executor efetuava um movimento horizontal com a espada ceifando o pescoço.
O esmaga cabeças
Este instrumento tipicamente medieval consistia num capacete e numa barra onde se apoiava o queixo da vítima. Seguidamente utilizava-se um parafuso que ia apertando o capacete comprimindo assim a cabeça na vertical.
Breast Torture (tortura dos peitos)
Nos tempos da Inquisição, as mulheres acusadas de bruxaria sofriam por vezes a chamada tortura dos peitos. Esta tortura consistia em pressionar os peitos das suspeitas, utilizando-se para o efeito duas tábuas que frequentemente estavam cobertas de espetos, provocando grande agonia na vítima.
The breast ripper (O despedaçador de peitos)
Este cruel instrumento de tortura era frequentemente utilizado em mulheres acusadas de heresia ou adultério. Como o seu nome indica, ele era usado para rasgar lentamente os peitos das vítimas até ficarem irreconhecíveis.
Por vezes os quatro ganchos eram usados em brasa para aumentar a dor infligida.
Observação: Não sou a favor da tortura, eu só escrevi este artigo para você saber até que ponto chega a crueldade das pessoas.










